quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Medidas que Guebas não tomou

1. Acabar com as desnecessárias passeatas em helicópteros. O PR pode muito bem visitar as provincias usando outros meios (incluindo aviões comerciais da LAM) em vez de gastar avultadas somas em aluguer de helicopteros.
2. Acabar com os beneficios fiscais às grandes empresas (como a Mozal). É tempo de Guebas pensar na justiça tributária.
3. Acabar com as restrisções à importação do frango, e assim poupar o bolso do "maravilhoso povo" moçambicano. O frango nacional custa uma fortuna....Tragam-nos de volta a magricela brasileira que é barrata... Não é razoavel continuarmos a proteger uma industria avicóla nacional que já deu mostras de ineficacia em todos sentidos.
4. Acabar com as casas de cambio "piratas" que distorcem o nosso mercado cambial. Será que Guebas não sabe que muitos vendedores do mercado Central de Maputo são também "candongueiros de taco?"
5. Acabar com o ócio no sector público. O estado não pode se dar ao luxo de pagar salários a gente que não acresce valor algum. Os que pregam revolução verde no MINAG já deviam nos apresentar algo palpavel... E os pregadores do envagelho da jatropha e ou de biocombustiveis no Ministério da Energia (cadê resultados?)
6. Acabar com aqueles que mancham a sua governação, com descursos belicistas e que em nada contribuem para estabilidade social. Há que chamar à razão o ministro Pacheco para que saiba falar com "o maravilhosos povo", sobretudo em momentos de convulsoes sociais.
7. Acabar com fuga ao fisco, muitas vezes, patrocinada por aqueles que a deviam combater;
8. Acabar com exorbitantes mordomias dadas aos companheiros da escolinha da soneca;
9. Acabar com despesas em acções que não se mostrem prioritárias para o estágio actual, como a famigerada revisão constitucional. Será que o PR já pensou nos custos desta operação?
9. Acabar com a robalheira dos governos municipais. Chega de cobrar taxas por serviços que não nos são providos. (Porquê cobrar taxa de lixo a moradores de Nkobe que nunca beneficiaram de serviços autarquicos de recolha de lixo?)
10. Acabar, acabar e acabar.....

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Why should churches engage to promote accountable governance?

I am convinced that the genuine participation of churches in accountable local governance is an investment in the democratic ideal. We ought to engage local government because it is our moral and constitutional obligation to do so and also because we enhance the culture of democracy born through the first democratic election of 1994. Furthermore, we are required to work together to protect the public space with the endowment of democratic participation. Churches are an immense resource, have a distinctive critical and constructive role to play in the civil discourse and their absence will leave the discourse poor and unsustainable – I would argue that society is impoverished when religious perspectives of life is excluded and marginalised. There is a great African proverb which says. “If you want to walk fast, walk alone but if you want to walk far, walk with others” hence I call for much closer cooperation and interaction with all those involved in a vision for a new society. Citizens of faith have a prior moral and legal responsibility for accountable governance – governance that protects and cares for the vulnerable, the poor, the excluded and the marginalized. The Book of Proverbs (31:8-9) puts it plainly: “Speak out for those who cannot speak, for the rights of all the destitute. Defend the rights of the poor and needy.” Such is our calling – no more – no less. Let us remember that the greatest gift that we can bestow upon this and the future generations is to wrestle together with the challenges of our time to build a more human and prosperoussociety
Palavra do Bispo da Igreja Metodista da RSA,
Ivan Abrahams

Coisas do Mundial

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terça-feira, 18 de maio de 2010

Fidelidade

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quinta-feira, 13 de maio de 2010

Brincando aos Honoris-Causa

Anda uma febre em Moçambique, que se traduz na distrubuição de Doutoramentos Honoris Causa. Os titulos são dados a qualquer um, não importa que tipo de camponês a pessoa é. Não importa se bom ou mau camponês. Não importa se verdadeiro ou falso camponês. O que interessa, mesmo, é distribuir honoris.
Só neste ano, foram sorteadas muitas pessoas, com os tais canudos. Canudos tão vazios que mais e apenas servem para ridicularizar quem os distribui e assim como a quem os aceita receber. Canudos que apenas tem o fito de vulgarizar, desprestigiar e anular o real valor de um Doutoramento Honoris Causa.
Vi na TVM que um Instituto Superior baseado na Beira, ainda na idade de tomar NAN, LACTOGEN ou Calostro materno, acabava de outorgar um título de Doutor Honoris Causa a um Moçambicano que não fixei o nome. O tal Instituto Superior dada a sua tenra idade, ainda não graduou sequer um bacharel mas já tem coragem de dar passos bem largos que os seus proprios pés. O tal Instituto a correr sei lá para onde, decidiu na mesma cerimónia que dava o honoris ao meu compatriota, graduar uns doze licenciados vindos de outras universidades mas que por razões não reveladas foram concluir os seus cursos no famigerada casa da ciência.
Me parece que já chegou o tempo de começarmos a ser sérios nestas coisas, se queremos crescer como nação, se queremos ser reconhecidos e respeitados pelos outros, se queremos que as nossas instituições do ensino superior se equiparem às de outros paises.
E desde já, dou os meus parabens aos general Chipande que gazetou ao evento. Aliás, ele também tem um diploma a sua espera no Instituto Superior que leva o seu nome, lá nas bandas do Chiveve. Eu no lugar dela, não-o acitava.
Ish Moçambique anima.....

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Andar fora é maningue arriscado

Imagens recebidas via email.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Akuna mathatha

Imagem recebida via email